Logo após assistirmos imagens de missionários sendo torturados, guerreiros que lutam contra potestades malignas que escravizam almas tão amadas por Deus, houve uma reflexão vivida por mim mesmo. O que estamos fazendo para ajudarmos esses soldados de cristo? Ou melhor? O qual é o nosso papel diante dessa situação? Ou melhor ainda... será que temos um papel, ou o dever?
Ouvimos tantas palavras de prosperidade, bênçãos materiais, choramos diante de Deus pedindo algo para nosso próprio ego, e nos esquecemos que nosso único dever é levar o ide do nosso senhor aos doentes e oprimidos aos que sofrem, esquecemos de buscar primeiro o reino de Deus, para buscarmos as demais coisas, coisas que nos seriam acrescentadas se estivéssemos fazendo a obra do Senhor.
Não há mais tempo de olharmos para o céu e clamar á Deus para nos livrar daqueles que me fizeram mal, que falaram de mim, que bateram na minha face, é tempo de darmos a outra face, ou seja, é tempo de pregar o amor, é tempo de nos levantarmos e nos unirmos contra satanás, tempo de levantarmos um exército de adoradores espirituais e verdadeiros, que não se conforma com o mundo, e com as coisas mesquinhas, pequenas, e podre que nele há, que não se ilude com coisas que as afastem de Deus, um exército que ilumina, e salga a terra, um povo diferente, um povo liberto de sua própria soberba.
Não há mais tempo de olharmos para o céu e clamar á Deus para nos livrar daqueles que me fizeram mal, que falaram de mim, que bateram na minha face, é tempo de darmos a outra face, ou seja, é tempo de pregar o amor, é tempo de nos levantarmos e nos unirmos contra satanás, tempo de levantarmos um exército de adoradores espirituais e verdadeiros, que não se conforma com o mundo, e com as coisas mesquinhas, pequenas, e podre que nele há, que não se ilude com coisas que as afastem de Deus, um exército que ilumina, e salga a terra, um povo diferente, um povo liberto de sua própria soberba.
Diante daquelas imagens fiquei imaginando, qual e como seria a oração daqueles mártires? O que eles pediriam á nosso Deus com aquela repressão toda? Ou até mesmo diante da morte? Como imitadores de Cristo diriam como ele no calvário quando por amor á nós, se deu aos homens, "-Pai, perdoa-os eles não sabem o que fazem" com toda liberdade que temos no nosso país, de adorar, de pregar, e AMAR, como será nossa oração diante dos irmãos, que não como os torturadores perseguidores do evangelho, mas como "pequenos perseguidores"?
Pensem nisso povo de Deus.
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